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quarta-feira, 14 de março de 2012

PSOL INICIA PRÉVIAS PARA DEFINIR CANDIDATO EM SP

O PSOL realizou, no último fim de semana, as duas primeiras plenárias do processo de prévias que vai escolher seu candidato a prefeito de São Paulo.
As reuniões ocorreram no centro e a na zona sul da capital, e computaram 505 votos. Lidera a contagem o deputado estadual Carlos Giannazi, que somou 288. Em seguida vem o deputado federal Ivan Valente, que obteve 197 votos. Por último, está o ex-vereador Odilon Guedes, que conseguiu 20 votos.
Esses votos garantem aos pré-candidatos a indicação de delegados para a Conferência Eleitoral do partido, marcada para o dia 31 de março.
Na ocasião, será ratificada a decisão do partido e aprovadas as diretrizes do programa do PSOL para a eleição municipal de São Paulo.
Cada dez votos que os pré-candidatos recebem lhe dão direito a um delegado. Ainda serão realizadas mais quatro plenárias, nos dois próximos fins de semana.
Em 2008, o candidato do PSOL em São Paulo, Ivan Valente, conseguiu apenas 42,6 mil votos no primeiro turno, ficando em sexto lugar. Dois anos depois, em 2010, o candidato do PSOL à Presidência, Plínio de Arruda Sampaio, obteve cerca de 886 mil votos (0,8% do total).

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

UM CARNAVAL VERGONHOSO

Após a série de acontecimentos que desncadearam o lamentável desfecho do carnaval paulistano em 2012, o blog do projeto Eleições Brasileiras de Videogame vem por meio desta expressar o seu (e nosso) descontentamento com as Escolas de Samba envolvidas no evento, os dirigentes da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo (LIESA ou apenas LIGA) e com a SPTuris.
Como um cidadão (se podemos chamá-lo assim), em pleno gozo das suas faculdades mentais e supostamente faz parte de uma escola de samba, pode tomar uma atitude tão mesquinha, vil, torpe e idiota igual à que presenciamos em rede nacional na tarde deste esquecível 21 de fevereiro de 2012?
Como uma liga séria como a LIESA pôde substituir, às pressas e sem aviso prévio as agremiações, dois jurados de um determinado quesito ou categoria, e permitir a ocorrência deste espetáculo horrível e nojento de selvageria e desrespeito às pessoas e à população de São Paulo?
E por qual razão não foi planejado um mecanismo de prevenção à idiotice de ontem? Será que os resultados do Carnaval 2012 foram manipulados, armados e planejados antes mesmo do início dos desfiles? E o Staff do Anhembi? Os comissários e seguranças do local não sabiam que Thiago Ciro Faria não era dirigente de coisa nenhuma, mas um baderneiro que adentrou ao espaço reservado às escolas de samba só para causar confusão e manchar com tinta de estrume a imagem do nosso carnaval?
A resposta para todas estas indagações resumir-se-á em duas únicas palavras = Trambique premeditado. Ou seja, a apuração acabou antes do início dos desfiles na sexta-feira. Os dirigentes favoreceram a Mocidade Alegre, favoreceram a Rosas de Ouro e favoreceram o lucro indevido de entidades ocultas infiltradas dentro da LIESA cujo objetivo único é transformar o Carnaval paulistano numa verdadeira loteria, a exemplo do Campeonato Brasileiro de Futebol (atribuir-se-á este dito à comissão julgadora).
Para o bem de SP e pelo prevalecimento dos princípios democráticos previstos na Constituição Federal (1988), o campeão do Carnaval deveria ser conhecido por maioria de votos (sufrágio universal), tal que a população seria o corpo de jurados, escolhendo sua escola preferida na mais legítima forma democrática, O VOTO.
Caso contrário, não há condições estruturais para manter o sistema de notas atualmente aplicado, forçando assim sua substituição por uma média única, na qual as notas dos jurados de cada quesito seriam somadas e divididas pelo número de jurados para que, no fim, as médias por quesito sejam somadas e divididas pelo número de quesitos, obtendo uma média final única.
Quanto aos dois agitadores e vagabundos que começaram esta vergonhosa situação, resta-lhes a CADEIA. Thiago já tinha problemas anteriores com o Poder Judiciário (2005, porte ilegal de arma, danos ao patrimônio público, assalto à mão armada). Cauê tinha a ficha limpa até perder o juízo, sair da sua devida sanidade psíquica, e participar deste tumulto. Ambos serão engaiolados por supressão (destruição) de documentos, isto é, por violarem envelopes mantidos em rigoroso sigilo (embora menor em relação ao carnaval fluminense).
Fica para a nossa cidade a lição de moral, cujo episódio seria bem proveitoso para nossos políticos priorizarem a segurança do povo ao invés de encherem seus enfadonhos bolsos com nosso dinheiro, nossos impostos.
DIRETAS CARNAVALESCAS JÁ!!!!!!!!!! O POVO DEVE SER O JURADO!!!!!!!!!!!