A novidade aqui é dentre outras coisas não sobra nada a não ser um bando de otário a me perguntar, o que você faz? eu simplesmente simulo que vou a faculdade gosto de enganar, dizendo que sei alguma coisa mas na verdade continuo trocando a verdade pela mentira pois afinal de contas não tenho escrúpulos, pois não sei onde se compra isso. Se você souber me ajude a comprar pois continuo sem dinheiro, só utilizando cartão de cheque sem fundo e um monte de cartões por aí, aliás vou utilizar o pouco tempo que me resta pois deus sempre morre no final..
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Palavras,Palavras, ou simplesmente nada a declarar...
Antes que você comece a interrogar-me com o porquê de eu escrever esse monte de letras digo de antemão que não sei e nem quero saber de mais nada. Acho engraçado quando saiu por aí vendo aqueles que gostam de saber o que fazem já que meu esclarecimento não chegou a esse ponto e falo do esclarecimento do brasil, uma nação organizada que ao contrário do que dizem por aí vai de mau a pior. Pois o desemprego simplesmente não abaixa porque contrariando a expectativa de todos que dizem que o "povo quer trabalhar" de que lugar podemos ouvir tais enunciados. Possivelmente dos postos de comando formado pela classe dos "inteligentes" de sempre dentre eles podemos citar bolsistas do pró-Uni pedindo uma bolsa pelo amor de Deus, estudiosos da mais alta cultura como doutoras por aí .. E assim vai, sem demorar no texto posso dizer que vai tudo bem obrigado pois afinal de contas só cumprindo com as obrigações que tudo fica bem, continuo vendo mulheres pedir homens em casamento pois assim não precisam trabalhar, essas mesmas mulheres dizem que tem amor para dar, mas só liberam a porta dos fundos quando jorra grana ou cartão de crédito mesmo.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O Judeu, como aquilo que sempre resta
Fenômenos contemporâneos como o revisionismo do Holocausto, a equalização moral de todas as vítimas da Segunda Guerra Mundial(os alemães sofreram nos bombardeios feitos pelos russos e ingleses tanto quanto os judeus exterminados na Shoa), são resultado da lógica Européia de apagamento da história, ou seja, de sua própria memória, na tentativa de unificar-se.
Essa tentativa de tornar-se Um consigo mesmo segue a lógica de um Não-todo tornar-se um Todo fechado sobre si , ou seja, a superação de um antagonismo segundo a lógica de superação da modernidade para a pós-modernidade guiada pela lógica do Império. Desde Kant, Paz Imperial rima com Paz perpétua que por sua vez rima com Clausewitz às avessas na continuação da guerra como política do Estado de exceção permanente . Se raciocinarmos com Jean Claude Milner [Em seu livro: penchants criminels de l'Europe démocratique] de que essa virada histórica é a promessa da superação de um limite imposto pela Lei, ou seja, a promessa de parousia(sonho grego e cristão) de uma jouissance, livre de todos os obstáculos impostos pela tradição, compreenderemos que a matriz ideológica pós-moderna não é mais o cristianismo, mas sim a New Age neo-pagã que pretende superar a diferença sexual com a unificação de um corpo singular,da transposição da morte através da engenharia biotecnológica, da transformação do Hardware em Software, do Humano em pós -humano, em entes virtuais que podem migrar de uma incorporação temporária para outra. Eis as palavras de Milner:
Se a modernidade é definida por uma crença na realização ilimitada dos sonhos, nosso futuro está totalmente delineado. Ele passa pelo antijudaísmo teórico e prático absoluto.Para seguirmos Lacan para além do que ele afirmou de maneira explícita, os fundamentos de uma nova religião são assim postulados: o antijudaísmo será a religião natural da humanidade por vir.
Se o gozo para além da lei é impossível pois seria a própria lei o que engendraria o Desejo e sendo ele mesmo aquilo que gira em torno do objeto a (objeto causa) , não seria o judeu aquele que impede a Europa de constituir-se como tal ?E o judeu sendo aquele "fora-da-lei" dos imperativos do gozo neo-capitalista de sociedades "pós-industriais", aquele que impede que a Europa se integre? E não seria o próprio Estado de Israel a prova de que a Europa continua desejando livrar-se deles, e o apoio que Ela dá a causa palestina não seria a confirmação dessa lógica?
Os interessados na história do anti-semitismo podem recordar que Adolf Eichman e Feivel Polkes,membro da Haganá(organização secreta sionista),encontraram-se em Tel-Aviv em setembro de 1937 para discutir a emigração de judeus para a Palestina, ou seja tanto alemães como sionistas queriam a criação do Estado de Israel, os alemães com o objetivo de expulsá-los da Europa e os sionitas com o objetivo de fazer frente numérica aos árabes.Portanto a Faixa de Gaza representa mais do que um conflito entre árabes e judeus, esse conflito pode ser a base do antagonismo, mas outro antagonismo pode ser lido aqui. Entre a Europa e os Estados Unidos em relação a suas respectivas democracias, ou a disputa dentre quais das duas irá afirmar-se hegemonicamente.
Na democracia dos Estados Unidos, existe a maioria, mas ela não fala(maioria silenciosa) e, quando fala, torna-se uma forma particular de minoria.Nos Estados Unidos, a democracia é entendida como o campo da inter-relação entre agentes múltiplos, nenhum dos quais incorpora o Todo,ou seja, são todos "minoritários"; na Europa, a democracia refere-se, tradicionalmente,à regra do Povo-Uno. Entretanto, Milner tira daí uma conclusão elegante sobre o que acontece hoje: ao contrário dos Estados Unidos, que como sociedade é predominante "não-todo"- em sua economia, sua cultura, sua ideologia-, a Europa tem ido muito além no rumo de constituir-se muito mais como um Todo político ilimitado por meio do processo de unificação européia, no qual a espaço para todos , seja qual for sua origem geográfica ou cultural, inclusive para Chipre e Turquia.
Para designar esse "novo" estado de coisas, Étienne Balibar referiu-se à velha frase de Marx "Es gipt keinnen Staat in Europa-"Não há nenhum Estado na Europa". O antigo espectro do Leviatã, parasitando o Lebenwelt (mundo da vida) da social , totalizando-a de cima para baixo, é cada vez mais desgastado por duas vertentes. De um lado, existem as novas comunidades étnicas emergentes; embora algumas sejam formalmente contituídas como Estados soberanos,elas já não são propriamente Estados na acepção moderna do termo,uma vez que não cortaram o cordão umbilical entre o Estado e a comunidade étnica. (exemplar é o caso da Rússia, onde as máfias funcionam como espécie de estrutura paralela de poder).Por outro lado, existem os múltiplos vínculos transnacionais, desde o capital trans-nacional até os cartéis da máfia e as comunidades interestatais. Há duas razões para essa limitação da soberania estatal cada qual suficientemente marcante, por si só, para justificá-la: o caráter transnacional da crise ecológica e da ameaça nuclear. Essa erosão da autoridade estatal por ambos os lados mostra-se no fato de que, atualmente, o antagonismo político básico é o que ocorre entre a liberal-democracia "cosmopolita" universalista (representando a força que corrói o Estado de baixo para cima) e o "novo"populismo-comunitarista "orgânico"(representando a força que corrói o Estado de baixo para cima).
terça-feira, 6 de julho de 2010
Brasileiro Idiota, bem vindo ao deserto do Real!

A copa do mundo que acaba de acabar, para "nós" brasileiros, que gostamos de reconhecermos como tais, à guisa de mera reflexão histórica para os esquecidos de sempre gostaria de esclarecer alguns pontos, é que minha memória francesa precisa ser refrescada, que o esclarecimento em si já é uma forma de racismo daqueles que querem esbranquiçar o brasil, pois num país de idiotas onde dizer ao negro que ele é isso mesmo da até cadeia, sinto-me tentado até a ser mais-racista e dizer que os negros precisam de uma solução final, pois seu desejo é social de ser outra coisa, porque o rótulo precisa sempre ser trocado para você ser colocado a venda no mercado.. Para ganhar um salário de merda no Mc´Donalds.
Citando meu mestre Marx(morto a mais de cem anos, por isso cito ele mesmo, para não ter de me ver com a merda do direito autoral) que vocês não "sabem o que fazem" a não ser se forem esclarecidos, mais vocês não entendem nada disso porque o esclarecimento é aquilo que vocês procuram sempre porque afinal de contas é o famoso conhecimento que vocês querem comprado a preço de ouro no mercado negro, agora sim estamos no terreno do obscurantismo, mas disso vocês não entendem nada, é que minha memória alemã armazenada na Estante é o próprio Adorno nos incentivando a usar a imaginação, porque somente em um pais periférico como a Alemanha era o terreno propício para o desenvolvimento de uma cultura metafísica, herança esta que eu compro em qualquer livraria roubando o dinheiro do povo é claro que trabalha enquanto que eu escrevo esta merda de texto, tempo livre de engenheiro desempregado (Graças ao bom deus)procurando sem pedir licença um "trabalho" na indústria cultural brasileira.
Voltando o jogo para a política futebolística encenada nesse território que insistimos em chamar de nação, essa massa explorada que se espalha pelo nosso território esperando um bolsa família para poder comprar um cheese- burguer na loja citada a algumas linhas que o leitor esquecido merece ser novamente lembrado,exército esse uniformizado esperando para atacar os "companheiros" de cela presos a roda viva da vida que os espreme instintivamente a busca de algo para se alimentar esperando os chineses que a mando do partido vem para tirar do povo aquilo que nunca os pertenceu, dignidade e liberdade do espírito, com medo de entregar a boca toda preciso relembrar Ricardo Teixeira (Que Deus o tenha no paraíso que escolher, dentre eles ilhas Caimã, Suiça, entre outros pois afinal de contas o Deus de vocês continua generoso emprestando a juros extorsivos o" livre- arbítrio" enquanto o diabo continua ocupado amassando o pão para dar de comer ao povo), demitindo dunga e dizendo que os alemães são melhores por serem mais jovens, o dirigente esqueceu-se que também já está velho e nem por isso alguém tem poder para demiti-lo, sem mais, esperando por uma reviravolta nos assuntos internacionais espero que a terceira guerra mundial comece logo pois assim poderemos voltar a idade da pedra, época que aliás, nunca saímos e por isso mesmo não poderemos voltar...
segunda-feira, 5 de julho de 2010
A negação de um antagonismo que é inerente a estrutura
Durante o dia de hoje relembrei uma passagem de infância na qual estava sentado em uma sala de aula na quarta ou quinta série, não me recordo bem agora... O fato é que uma professora de história pediu para que eu lesse um trecho de um livro no qual contava-se a violência com que os portugueses invadiram "nosso território". Eu como sempre desavisado disse a professora que os homens são assim mesmo conquistadores de terras e de corpos, já imaginava que os portugueses estavam atrás eram das índias mesmo. A professora muito brava com meu comentário, disse que essa não era uma característica dos homens em si mas da humanidade. Hoje percebo que é isso que a ideologia tem de mais estranho nos dias pós-modernos.Percebam que as mulheres gostam de usar substantivos femininos, a humanidade, e os homens não entendem essa negação que é o de ocultar uma estrutura que seria a ponte de união de nossos seres...A síntese é sempre feminina que eleva o antagonismo ao nível da universalidade abstrata enquanto que o antagonismo entre as classes(masculino e feminino), é a luta de classes que sempre concluíra o história.O antagonismo da luta de classes pode ser desconstruído ao modo de Derrida.Se o masculino luta para fazer-se reconhecido pelo pai, o pai sempre reconhece o futuro como porta voz de uma verdade que nunca é, sempre vem a ser ....
Para o pai, o filho nunca é algo, é sempre uma cifra a ser decifrada. E a resistência que a cifra tem
em ser decifrada é a prova do antagonismo sempre presente entre os homens, aqui podemos ver que a síntese entre ambos é sempre não-toda, enquanto que em uma relação que um homem tem com uma mulher é sempre toda para ser não-toda no que vem a ser, enquanto que entre mulheres é não-não-toda. Pois ela é toda na dupla negação de ambas..
Essa negação de uma estrutura é a matriz ideológica pós-moderna onde o 1 que separava o dentro e fora foi castrado, o fato de não termos uma meta-narrativa ou seja a uni-versão, é a produção própria ao fetiche-fantasmático da física quântica com seus multi-universos. Onde só podemos dizer como Morpheus a Neo( que é o sujeito pós-moderno, orbitando em torno de um real sempre ausente, ou seja no deserto do Real ) essa imagem de alguém que órbita em torno de si mesmo me faz lembrar Kant entorno do numeno como um cachorro querendo morder o próprio rabo, descrevendo uma imagem que é da própria dialética temporal, uma linha que curva-se sobre si mesma, fechando um ciclo histórico. Uma homenagem a todos que amam o saber, que só pode ser desejo e não objeto...
domingo, 4 de julho de 2010
Disperdiçando tudo

O indicador de aptidão é uma característica biológica que evolui de maneira específica para anunciar uma aptidão do animal. Não é uma função, como caçar, fabricar ferramentas ou socializar-se, que contribui diretamente para a aptidão, ele serve como uma espécie de metafunção. Instalam-se sobre outras adaptações, proclamando suas virtudes. Moram no espaço semiótico do simbolismo e da negociação estratégica, não no mundo da produção fabril. Isso indica que o desperdício prodigioso é característica necessária da corte sexual. Os pavões enquanto espécie, estariam muito melhor se não tivessem de gastar tanta energia para formar grandes caudas. Mas como machos e fêmeas individuais, têm incentivos irresistíveis para ter a maior cauda que puderem, ou escolher parceiros sexuais com a maior cauda que puderem atrair. Na natureza, o desperdício exibicionista é a única garantia de verdade para chamar a atenção.
É aí que encontramos capacidades desconcertantes, como a inteligência criativa e a linguagem complexa, que apresentam essas grandes diferenças individuais, essa hereditariedade ridiculamente alta e esse desperdício absurdo de tempo, energia e esforço. Quando vemos o cérebro humano como um conjunto de indicadores de aptidão sexualmente selecionados, seu custo elevado não é por acaso. É ele que importa. É o custo do cérebro que faz dele um bom indicador de aptidão. A seleção sexual tornou nosso cérebro desperdiçador a até disperdiçado;
Transformou um cérebro pequeno e eficiente no estilo dos macacos numa desvantagem imensa, faminta de energia, que vomita compotamentos de luxo, como conversa, música e arte.
É aí que encontramos capacidades desconcertantes, como a inteligência criativa e a linguagem complexa, que apresentam essas grandes diferenças individuais, essa hereditariedade ridiculamente alta e esse desperdício absurdo de tempo, energia e esforço. Quando vemos o cérebro humano como um conjunto de indicadores de aptidão sexualmente selecionados, seu custo elevado não é por acaso. É ele que importa. É o custo do cérebro que faz dele um bom indicador de aptidão. A seleção sexual tornou nosso cérebro desperdiçador a até disperdiçado;
Transformou um cérebro pequeno e eficiente no estilo dos macacos numa desvantagem imensa, faminta de energia, que vomita compotamentos de luxo, como conversa, música e arte.
sábado, 3 de julho de 2010
O SER QUE NÃO É

o Japão (que não pára de matar baleias)
já é
só
não se pode ser o que não
se é
afinal o ser é
e o não-ser
não-é
na África
o melhor de Deus ainda está
por vir
mas Deus não gosta de jogar
(dados)
sem ironia
qualquer um
pode se tornar qualquer coisa
que desejar
ninguém
pode ser aquilo que não
é
eviva
o pícaro lúdico Loco Abreu
última flor da panamérica
latino-africana-louca-índia
que ainda pode ser tanta coisa
mas
que não pode ser o
que não é
evai a Alemanha
multicolor
que mata a Jabulani mansinha
e joga uma bola redonda
no pé
já é
só
não se pode ser o que não
se é
afinal o ser é
e o não-ser
não-é
na África
o melhor de Deus ainda está
por vir
mas Deus não gosta de jogar
(dados)
sem ironia
qualquer um
pode se tornar qualquer coisa
que desejar
ninguém
pode ser aquilo que não
é
eviva
o pícaro lúdico Loco Abreu
última flor da panamérica
latino-africana-louca-índia
que ainda pode ser tanta coisa
mas
que não pode ser o
que não é
evai a Alemanha
multicolor
que mata a Jabulani mansinha
e joga uma bola redonda
no pé
Ciência com consciência
István Mészáros no início de sua obra "A teoria da Alienação em Marx", afirma que sua crítica não é meramente conceitual nem subjetiva de um problema tão real e gigantesco como a alienação. Sua abordagem é bem outra. Vejamos:
Marx esboça nos manuscritos de Paris as principais características de uma nova "ciência humana" revolucionária. Por ele contraposta à universalidade alienada da filosofia abstrata, de um lado, e à fragmentação e à parcialidade reificadas da "ciência natural", de outro - do ponto de vista de uma grande idéia sintetizadora:"a alienação do trabalho" como a raiz causal de todo o complexo de alienações.
Não se pode construir uma casa sem pregos e sem tábuas. Se você não quer que uma casa seja construída, esconda os pregos e as tábuas. - Ray bradbury, Fahrenheit 451.
A motivação de mészarós é reencontrar e afirmar o sentido concreto e histórico da totalidade-unidade dialética-, através dos estudos do "Jovem Marx" e do "Velho Marx". A tese de mészáros é que essa mistificação apologética- oficializada por Stalin - Em torno da obra de Marx, nada mais é do que uma forma que o poder tem de se afirmar e se desconhecer através de seu próprio trabalho.
Ou seja, a elevação da filosofia ao reino das "abstrações" e a ciência ao domínio das "praticidades" já não é o gesto elementar da mistificação? Se tudo o que conhecemos como a centralização da produção, ou seja, a identificação que o trabalhador tem com aquilo que o mantém preso ao processo de mais-trabalhar e não reconhecer o produto do seu trabalho, quando se vende a força no processo produtivo, ao invés do produto, para alguém que se apropriará de um excedente que acumula-se longe da esfera produtiva, o que seria da ciência moderna na qual o pesquisador
vende o resultado de suas pesquisas para o significado dela ser gerado em outro registro? Já não estaríamos de novo na função do discurso da ciência que é produzir um sentido para algo que está fora de si ? E a navalha universitária revela de novo sua função produtiva primeiro mantém- se um pressuposto, para através de um exercício, chegar ao fechamento de um sentido que confirma esse pressuposto. Mas, e se o problema estiver justamente na afirmação de um pressuposto?O que que temos de imagem para que o pressuposto possa ser afirmado como tal?
Isso não se sabe, pois o ato de pressupor tem como pressuposto que temos o poder de fazer um julgamento a priori, ou seja, que a consciência tem o poder de postular algo para si. Mas isso já não é o pressuposto? Pois os dados que organizam nossa consciência são algo que a própria consciência não pode nos dar, seria como se a própria lei pudesse criar dispositivos para a execução dela mesma. É aceito que o ato de instaurar uma lei vem de uma violência exterior a ela própria.Então não seria toda a produção científica algo que necessariamente deve desconhecer para conhecer? Ou que seu desconhecimento é um pressuposto para o conhecimento. E aquele que desconhece seu próprio desconhecimento? Melhor nem pensar.
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